Seis experiências que transformam a circulação do congresso em jornada — do primeiro passo na entrada ao último respiro antes de ir embora.
Quatro dias de agenda cheia. Entre uma sessão e outra existe um território que ninguém ocupa: o intervalo. É ali que as ativações trabalham — e devolvem ao participante o que ele não esperava num congresso: atenção.
Chegar e entender onde se está, sem esforço.
Momentos de descompressão desenhados de propósito.
Cada participante deixa uma marca e leva uma lembrança.
Módulos independentes — contrate o conjunto ou só o que fizer sentido.
A entrada como túnel do tempo da psiquiatria brasileira.
O ponto de encontro entre sessões — “relaxa, mano”.
Esfera de LED com ondas cerebrais pulsando em tempo real.
A parede onde o congresso escreve a si mesmo, à mão.
A divulgação espalhada por todo o evento, na mesma linguagem.
O anfitrião: escultura, ponto de foto e assinatura do congresso.

Ninguém entra no congresso sem atravessar a história dele.

Em parceria com a Hug: o intervalo vira lugar.

Uma esfera de LED com sinapses pulsando sobre São Paulo.

“Deixe aqui sua mensagem.” E o mural cresce sozinho.

A mesma identidade em cada corredor do evento.

Quem recebe quem cuida.
Um congresso sobre saúde mental que trata bem quem cuida dela.
Imagens, murais e objetos que sobrevivem ao evento.
Conteúdo espontâneo gerado por quem participa, não por mídia paga.
Espaços de assinatura desenhados para patrocínio, sem poluir a experiência.
Próximo passo: definir quais módulos entram no escopo e travar o cronograma de produção.